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Ok, vamos falar sobre o que está por "atrás das câmeras". Existe um movimento muito afunilado nos últimos 2 ou 3 anos que é o consumo de vídeos pela internet. Segundo o Google, o YouTube é o segundo maior canal de pesquisa do mundo. É tão expressivo que são vistos em média, 1 bilhão de views por HORA (desculpe a caixa alta, não aguentei) - isso mesmo, por hora. O Facebook tem no acervo cerca de 8 bilhões de vídeos.

Lembra que, há umas quatro semanas (em abril de 2019), falou-se muito sobre a primeira foto do buraco negro - que para nós mortais nada quer dizer, mas os cientistas comemoram como um gol da seleção. Esse evento gerou um arquivo de 8 milhões de gigabytes em 5 dias de experimento - e estamos falando de uma foto. Só para entender de forma sinestésica, se o tráfego de dados do Facebook ou dessa foto fosse convertido em um áudio de MP3, levaria 8 mil anos para você ouvir todo o conteúdo (sem pular os comerciais).

Mas o que está por trás da câmera? Bom, além de depender de mais recursos técnicos - e não é nosso tema aqui - por trás da câmera tem um universo muito maior de possibilidades. O mercado tem a expectativa de dobrar de tamanho até 2022 com o consumo de vídeos / streaming (fonte: Insivio), tanto é que a Disney comprou a Fox por US$ 71 bilhões - a Netflix estava nadando de braçadas sozinha num mercado bilionário:  só no Brasil ela faturou US$ 1.2 bi em 2018 e a empresa vale mais de US$ 100 bi.

O YouTube paga entre US$ 0,25 e 4,50 a cada 1.000 views de um vídeo - é uma escala. Sendo esse o pote de ouro dos últimos tempos, é cada vez maior o número de pessoas querendo ingressar nesse arco-íris. Antigamente a gente queria um viralzinho! (denunciei minha idade – eu sei).

O Facebook e Instagram tem em seu planejamento ferramentas que transformam imagens em vídeos e seus algoritmos dão preferência para conteúdo em vídeo, e conteúdo em vídeo tem maior alcance orgânico do que um conteúdo normal. Segundo alguns estudos na área, 59% dos executivos preferem conteúdos em vídeo ou áudio do que ler (fonte: e Market) e 81% das empresas têm o vídeo como uma ferramenta de marketing (fonte: Hubspot).

Vemos uma histórica mudança de comportamento – assim como foi a era do LP para o CD e hoje ninguém mais (exagero) compra CD – o comportamento do absorver conteúdo de forma visual, com vídeos, lives, palestras virtuais etc. Um dado interessante do próprio Google mostra que 65% das pessoas que buscam vídeos no YouTube querem a solução para um problema. Como fazer pastel de frango? Como trocar o chuveiro? Como ganhar dinheiro com o YouTube? Como matar alguém? (é sério) Como construir uma bomba? (é verdade também).

Mas nem todo mundo tem vontade - ou coragem - para fazer vídeos, mas pense assim: quem começou não ganhava nada com isso, hoje se você fizer algo legal – e não precisa ser uma superprodução – pode ganhar alguns dólares. O canal Porta dos Fundos faturou R$ 30 milhões em 2015, algo como R$ 2.5 milhões por mês – tá bom né? O faturamento não é aberto, por isso é uma estimativa.

No fundo, você precisa ir um pouco além do ponto em que está agora. Se o seu objetivo é ser um Youtuber, compre uma boa câmera, faça um curso de videomaker, compre uma licença de um bom programa de edição, prepare um cenário com boa iluminação, um microfone decente (que não parece que você está gravando no banheiro) e vai experimentando fazer vídeos. O prazo médio de sucesso é acima de 24 meses.

Se me permite mais uma dica – a ideia não é copiar alguém que admira, pois isso só te tornaria uma imitação – a ideia é que você faça algo melhor ou algo novo. O que você faz melhor que a maioria das  pessoas e que pode ser um vídeo que vai “ajudar” os outros?

 

Rafael Souza
Diretor de planejamento e criação

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Qualquer indivíduo tem potencial para se tornar um influenciador, destacou Rafael Souza, cofundador da AG74 Comunicação Digital, em workshop sobre como otimizar a visibilidade do IBEF-SP nas redes sociais, realizado para associados do Instituto. Rafael mostrou os primeiros resultados do trabalho feito pela agência junto ao Instituto, iniciado no 1º semestre de 2018: aumento de 56% no número de seguidores nas redes LinkedIn, Instagram e Facebook.

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